Por Arnaldo Garcia / Assessoria Leonan Santos
A vitória, deste sábado (5), do Capivariano por 2 a 1 sobre o Primavera, na decisão da Série A2 do Paulistão 2025, deu ao zagueiro campista Leonan Santos a sua principal conquista na carreira, apesar de outros acessos em divisões abaixo. De quebra, o zagueiro nascido no Espinho, na Baixada Campista, filho do desportista Talvani Rosa, tem mais de 50 jogos vestindo a camisa do clube paulista.
Sempre com o aconselhamento do pai, Leonan Santos é aquele atleta focado, dentro e fora das quatro linhas. E desde o Sub-15 do Goytacaz, no Estadual de 2015, o zagueiro já demonstrava talento e era uma questão de tempo, rodagem para evoluir. E isso aconteceu com a sua ida para o Vasco da Gama, onde ficou por quatro anos, na volta para Campos, quando vestiu por poucas partidas a camisa do sub-20 do Americano na era Josué Teixeira. Saindo novamente, ele ficou por dois anos no Desportivo Brasil, até se transferir em 2023, em definitivo, para o Capivariano, sendo campeão da A3 e eleito o melhor zagueiro da competição.
Aos 24 anos, Leonan Santos continua demonstrando a sua capacidade de cada vez melhorar mais. Zagueiro canhoto, 1,88 e 86Kg, sempre foi elogiado pelos seus treinadores, e na base foi feita uma avaliação técnica na sua chegada ao futebol de São Paulo, ocasião em que o atleta trabalhou especificamente a saída de bola e o dinamismo no combate. Dedicado, aprimorou esses fundamentos, e tem brilhado nos campos, só recebendo elogios e na expectativa de jogar na principal divisão brasileira no segundo semestre deste ano.
Lugar de gente boa de bola

Os irmaõs bons de bola do Espinho
A Localidade do Espinho, na Baixada Campista, é terra de gente boa de bola e que prefere ser zagueiro. Leonan Santos é primo do zagueiro Espinho (Ruan Souza), que atuou no Americano desde o sub-15, e é o segundo atleta do lugar. Mas, um terceiro está surgindo nas mesmas pegadas e com um modelo em casa: Luan Pedro. Com 16 anos, também zagueiro, o irmão de Leonan cumpre período de observação integrando o elenco sub-20 do Capivariano. Na ótica do pai, Talvani Rosa, isso poderá dificultar a performance do menino:
- Foi uma certa facilidade que tivemos em colocar o Luan nesse grupo, em função da presença do irmão. Mas, sinceramente, o fato de ter apenas 16 anos e estar entre atletas de 18 a 20 anos, dificulta o rendimento dele. Infelizmente, o Capivariano não tem a categoria sub-17, mas está servindo como exercício para a maturidade do moleque – avalia Talvani.